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Colunas de Referência
A coluna Sasha W/P é uma excelente e distinta coluna de caixa que nasceu para substituir aquele que foi o sistema de colunas de referência absoluta mais vendido: as Wilson Audio WATT/Puppy. Com o lema "O sistema WATT/Puppy morreu, vida longa à WATT/Puppy", a Sasha WP permite superar uma série de inconvenientes associados à plataforma WATT/Puppy (em particular a estrutura de caixa múltipla com altifalantes integrados em módulos com o filtro colocado na caixa de graves que caracteriza) preservando, contudo, o espírito da sua gloriosa antecessora. O resultado é um produto de grande beleza e excepcionalmente avançado que estabelece novos níveis de excelência sonora entre os sistemas de altifalantes de referência absoluta.
Impedância nominal: 4 Ohms, 1,8 ohms minimo @ 92Hz
Woofer: 2 x 20,32 cm.
Midrange: 17,78 cm.
Tweeter: 2,54 cm de cúpula invertida.
Sensibilidade: 91 dB (2,83v/1 mt).
Potência Mínima Exigida: 20W por canal.
Resposta de Frequência: +0, -3 dB 20 Hz - 22 kHz
Acabamento: WilsonGloss standard ( , outros por encomenda.
Medidas (LxAxP): 35,56 x 111,76 x 53,91 cm.
Peso: 1 WATT/Puppy: 89,36 Kg. (Sistema embalado: 274,42 Kg.).
Leia a opinião de JVH em hificlube.net ![SashaRoi Clicar para fazer zoom [nova janela]](http://www.imacustica.pt/fotos/editor2/page1_content_box.gif)
A sucessão é um facto da vida, tanto nas dinastias reais como nos produtos áudio de referência. Nos últimos 23 anos, nenhum outro produto representou a alma e a história da Wilson Audio melhor do que as Watt/Puppy. Com um número de unidades vendidas superior a 15000 unidades desde o seu lançamento, o seu lugar no panteão dos grandes produtos de áudio está garantido. Martin Colloms descreveu as WATT no seu livro de referência como COLUNAS DE ALTA PERFORMANCE, como a caixa perfeita. A sua forma piramidal característica inspirou muito imitadores.
A WATT foi concebida por necessidade. Na altura (início dos anos oitenta), Dave Wilson era o engenheiro de uma série de gravações audiófilas e necessitava de uma coluna monitora de precisão. Nada do que estava comercialmente disponível satisfazia as suas exigências pelo que decidiu desenhar e construir a sua própria coluna. A WATT teve uma procura imediata entre os seus colegas de profississão. Quando foi conjugada com um woofer específico (o Puppy) começou o seu reinado como coluna de áudio mais bem sucedida na sua gama de preços. ![Wp is dead Clicar para fazer zoom [nova janela]](http://www.imacustica.pt/fotos/editor2/wp_is_dead.gif)
Desde 1986, quando a WATT foi apresentada no Consumer Electronics Show desse ano, até 2009, o sistema WATT/Puppy evoluiu através de sete revisões. Nova estrutura da caixa, novos materiais utilizados na construção da caixa, novos altifalantes, a introdução do Aspherical Group Delay (com o sistema 6) - foram alterações que surgiram à medida que a tecnologia de colunas da Wilson Audio progrediu e encontrou expressão em toda a família de produtos Wilson - das Alexandria às Duette. À WATT/Puppy, como paterfamilias, nunca foi permitido ficar atrás do estado-da-arte Wilson Audio. Então, porque não o sistema 9? Porquê uma coluna que incorpora o espírito da WATT/Puppy, evoca a mesma forma, mas que não pode ser simplesmente chamada WATT/Puppy? Porque é que chegou a época das Sasha? Ao longo de toda a sua evolução, a WATT foi sempre uma coluna de duas vias autónoma. Tinha o seu próprio crossover, WATT sempre teve a capacidade de ser separada do Puppy e funcionar sozinha. As MAXX e as Alexandria, por outro lado, eram colunas de caixas múltiplas que integravam altifalantes integrados por módulos de crossovers montados na caixa dos graves, uma estratégia de design que provou ter muitas vantagens sónicas. A plataforma WATT/Puppy, pela sua própria natureza, tornou-se um obstáculo para aproveitar na totalidade os mais recentes avanços obtidos nos materiais das caixas, no design do crossover e no design exclusivo dos altifalantes. A Sasha torna tudo isto possível, enquanto mantém a posição central na gama de produtos da Wilson, já detida pela sua ilustre antecessora.
A Sasha num relance: - O conjunto formado pelo novo módulo do tweeter/midrange com a caixa de graves tem um volume superior ao do sistema WATT/Puppy 8; - A caixa de graves maior resulta numa maior extensão do grave em 2 Hz e menos congestão nos graves mais altos; - O volume maior no módulo superior permite uma estrutura e uma construção lateral reforçadas permitindo maior rigidez e menos ressonância; - O módulo superior da Sasha utiliza o novo material exclusivo da Wilson no painel frontal, resultando num menor volume de ruído e transparência superior na gama média crítica; - Ao retirar o crossover do módulo superior, existe uma menor reflexão da energia da gama média através do cone do altifalante de médios, mais uma vez melhorando a pureza do som e a transparência; - A Sasha incorpora o altifalante de gama média de 18 cm e o tweeter das MAXX 3; - O woofer da Sasha utiliza uma nova assemblagem motor/magneto com mais força magnética para a mesma massa do cone, resultando numa dinâmica e aceleração melhoradas na região dos graves; - O crossover está instalado no módulo de graves, com acesso às resistências no painel traseiro. Todos os altifalantes têm cablagem exclusiva com construção manual na Wilson. O altifalante de médios
O altifalante de gama média da Sasha vem directamente das MAXX Serie 3. Por sua vez, a versão do altifalante das MAXX é uma versão aproximada do novo altifalante de gama média exclusivo que foi desenvolvido como núcleo central da versão Series 2 do modelo topo de gama da Wilson, as Alexandria. O design do altifalante foi inspirado por experiências. Dave tinha estado na Staatsoper de Viena e no Musikverein Concert Hall, também em Viena, Áustria, onde teve a oportunidade de ouvir vários concertos e ensaios da Vienna Philharmonic Orchestra.
A única apresentação de som directo versus som reflectido naquela sala, que alguns consideram como sendo a melhor do mundo, levou Dave à percepção nítida daquilo que faltava em cada coluna que tinha ouvido, incluindo as suas: um altifalante com velocidade e resolução de baixo nível suficientes para diferenciar os primeiros milissegundos som reflectido como distintos das reflexões secundárias mais alta e mais contínuas que tipicamente reconhecemos como a assinatura ambiente de uma sala de espectáculos. São precisamente estas primeiras reflexões que tornam o som de uma orquestra tão alegremente rico como o do Musikverein. Dave compreendeu que se pudesse desenvolver um altifalante capaz de capturar aquela nuance, então cada tipo de gravação, de qualquer tipo de música, também beneficiaria do aumento de resolução e detalhe. A Wilson Audio formou uma parceria estratégica com um novo fabricante de altifalantes para co-desenhar um altifalante capaz de oferecer a velocidade e o detalhe com que Dave sonhou primeiro em Viena. Ao escrever em www.soundstage.com sobre este altifalante de médios da versão MAXX 3, Marc Mickelson diz: "É mais vivo e enérgico e alegre, mais detalhado, mais estruturado e expressivo… embora nunca dando a impressão que a frequência de resposta, por exemplo, tenha sido contornada ou exagerada. Não se trata de uma questão de saída apesar da entrada ." Marc Mickelson soundstage.com, 1 de Maio de 2009. ![SashaLifestyle Clicar para fazer zoom [nova janela]](http://www.imacustica.pt/fotos/editor2/SashaLifstyle.jpg)
Dave Wilson começou a construir as WAMM, as suas primeiras colunas state-of-the-art em 1981. As caixas eram construídas em contraplacado de bétula do Báltico com os painéis frontais num metal híbrido. Na altura em que concebeu e construiu a primeira WATT, em 1985, Dave procurava materiais que proporcionassem melhor amortecimento e, ao mesmo tempo, proporcionando maior rigidez que a madeira, o mdf ou o alumínio. Para a WATT escolheu um composto acrílico com preenchimento mineral. A WATT foi imediatamente aclamada pela sua caixa de baixas ressonâncias inerte e pelo som sem coloração. O desafio seguinte foi encontrar um material que funcionasse tão bem ou melhor para as caixas de graves. A chegada, em 1991, das X-1 Grand Slamm marcou a introdução do material X, a primeira criação exclusiva da Wilson. Tão rígido como o aço, mas com um excelente amortecimento, o material X é um composto celuloso e fenólico. Provou ser um material de construção versátil para cada parte das caixas Wilson, excepto aquelas que alojam os altifalantes de médios, uma vez que a frequência ressonante do material X mantém-se nos 1000Hz dentro da gama nédia. Tendo obtido um resultado tão bom com o material X, o desafio seguinte era criar um composto mais adequado à gama média que pudesse ser melhor e substituir o acrílico com preenchimento mineral. O resultado deste desafio foi o material M, um laminado feito de partículas de madeira e resina fenólica, que se aproxima do material X quanto a rigidez elevada e alto amortecimento, mas com uma solidez específica que combina idealmente com a estrutura dos altifalantes de médios. O material M foi utilizado pela primeira vez na primeira versão das MAXX, de onde obteve o seu nome. Surgiu pela primeira vez na caixa da WATT em 20002 com a introdução do sistema WATT/Puppy 7. A quarta geração (M4), que é um laminado epóxico, é utilizada tanto na MAXX Series 3 como nas Series 2. A Sasha apresenta o mais recente material da Wilson, que é uma combinação de fibras naturais e um laminado de resina fenólica. Como era de esperar, demos o nome de material "S", embora a nossa preocupação não fosse dar-lhe um nome mas explorar o seu verdadeiro potencial. Nas Sasha, é utilizado como material do painel frontal no módulo superior, permitindo obter um novo standard de coloração reduzida e perfeição da gama média. Veja a reportagem de JVH do lançamento mundial das Sasha no High End Show 2009 Munique no HiFiClube.net.
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Marca: Wilson Audio
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